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Perfil do Estuprador

Intenção: sua intenção é agredir, ferir e humilhar.

2) Causas que desencadeiam a ação de estupro: estresse, conflitos familiares, desemprego, imaturidade, além de distúrbios psíquicos e outros fatos que não justificam qualquer tipo de agressão. A lesão do lóbulo frontal (que parece estar mais relacionada com idosos) pode liberar a tara sexual, pois é ali que se localiza o comando racional que refreia o desejo sexual. Todas as pessoas têm desejos sexuais só que o controlam o que não acontece quando há essa lesão cerebral.

3) Desejo: seu desejo vai além de tratar a mulher como objeto de desejo sexual, mas ela é uma coisa que lhe pertence e com a qual ele pode fazer o que bem entender.
Abaixo segue um texto extraído do artigo Estupro provoca reações contraditórias, de Ana Calazans, publicado na página “Aqui Salvador” do jornal Correio da Bahia.

Perfil psicológico do estuprador:

O velho mito de que o estuprador é vitima de seus impulsos e incapaz de controlar sua sexualidade não se sustenta. De acordo com a casuística jurídica, o estuprador é, na maior parte das vezes, um cidadão bem integrado à sociedade e não é tido como pessoa violenta. As verdades sobre as motivações do ato talvez sejam tantas quantas sejam as sombras que habitam em cada homem, mas existem hipóteses que ajudam a formar um perfil psicológico mais ou menos consensual. Entre elas, a idéia de que o estuprador foi perseguido pela imagem de uma mãe dominadora, foi abusado na infância e de que normalmente é um homem conformista e conciliador que encontra poucas oportunidades de se impor socialmente. O estupro seria, segundo este raciocínio, uma espécie de confirmação de um sentimento íntimo de superioridade que não encontra vazão.

O fato de existirem muito poucos estudos de caso sob a ótica da psicologia pode explicar a manutenção de estereótipos. Com um trabalho único no país, o psicólogo José Aloísio Rezende, da Secretaria de Segurança do Estado de Sergipe, se dedica há cinco anos a desvendar os abismos inconscientes de estupradores confessos. Com uma casuística de 33 criminosos, o método de Aloísio consiste na aplicação inicial de uma bateria de testes para saber se eles têm inteligência normal.

O trabalho trouxe surpresas: "O nível de inteligência da maioria é normal ou acima do normal, sempre da média para a média superior", afirma. A convivência com estupradores fez com que Aloísio acumulasse não só certezas, mas dúvidas. "Não dá para saber com certeza o que leva homens a cometer este tipo de violência", avalia. Casos que analisou, como o do rapaz de 19 anos, casado e pai de um filho, que estuprou uma senhora de 84 anos contribuem para a sua perplexidade.
"O estereótipo do estuprador viril é um mito, a maioria pede para que a vítima faça felação para poder conseguir a ereção". Aloísio compartilha da idéia de que o estupro não é um ato sexual. "O homem não usa o pênis como um órgão de prazer, mas como veículo de poder e dominação", sustenta, acrescentando: "Alguns não se consideram agressores, mas agredidos". A experiência empírica do psicólogo desfaz estereótipos, como o de que o estuprador normalmente foi alguém que foi abusado na infância. "Isso não ocorre com a freqüência esperada".

Em sua prospecção diária, ele cataloga os mais variados motores e idiossincrasias para a violência. Alguns homens escolhem a mulher porque tem tatuagem, outros gostam de estuprar em frente a uma terceira pessoa, muitos se excitam com o pavor. Outro padrão: o estuprador e a vítima quase sempre mentem por conveniência e não demonstram sentimento de culpa. As conclusões de Aloísio casam com estudo da criminalista israelense Sarah Ben David. De 57 casos estudados por ela, apenas três estupradores demonstravam sentimento de culpa, eram também os únicos que enxergavam a vítima como uma pessoa. A "personificação" da vítima é apontada pelos psicólogos como um mecanismo de desarme da violência.

A psicologa TÉRCIA BARBALHO explica que o estuprador é um homem com sentimentos odiosos em relação as mulheres,inadequação e insegurança ao que se refere a sua performance sexual.ALÉM DISSO,pode apresentar desvios sexuais como sadismo ou anormalidades genéticas com tendência a agressividade.PORTANTO,DEVEMOS TOMAR ALGUNS CUIDADOS:

# CAMINHE EM TURMA,POIS ISSO DIFICULTA O ACESSO;

#SE PRECISAR SAIR CEDO DEMAIS DE CASA,COMBINE HORÁRIOS EM COMUM,COM ALGUÉM CONHECIDO.

#NÃO SE DISTRAÍA NA RUA,PRINCIPALMENTE COM CELULAR E MÚSICA,A DISTRAÇÃO NÃO PERMITE VC SABER SE ESTÁ SENDO SEGUIDA.

# SE FOR POSSÍVEL,EVITE PASSAR SOZINHA EM TERRENOS BALDIOS OU ABANDONADOS;

#NÃO MANTENHA CONTATO COM ESTRANHOS EM AMBIENTES ISOLADOS E DESCONHECIDOS;

#PROCURE EVITAR PONTOS DE ÔNIBUS OU RUAS SEM ILUMINAÇÃO;

#EVITE SAIR COM ESTRANHOS,É COMUM A MULHER CONFIAR NO HOMEM QUE "FICOU" EM ALGUMA FESTA,MAS MUITOS CASOS DE ESTUPRO SÃO COMETIDOS POR AMIGOS DE AMIGOS QUE FORAM APRESENTADOS;

#TOME CUIDADOS COM RELACIONAMENTOS DE INTERNET,MUITOS ESTUPRADORES ESTÃO ATRÁS DE UMA TELA FRIA DE COMPUTADOR;

#CASO ESTEJA SENDO SEGUIDA,OLHE BEM PARA O ROSTO DO INDIVÍDUO E LHE FAÇA UMA PERGUNTA,TIPO:QUE HORAS SÃO? O ESTUPRADOR TEM MEDO DE SER IDENTIFICADO E COM CERTEZA PERDERÁ O INTERESSE POR ESSA VÍTIMA.

(Extraído da comunidade Estupro é Crime Hediondo, da qual sou moderadora)

Elza Augusta

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2 comentários:

brisa disse...

Muito interessante.

Rui disse...

Muito interessante!Parabéns!

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